Sua empresa trabalha, mas quem procura por ela não acha.
Ou não existe site. Ou existe um, feito anos atrás, e quem fez não responde mais — trocar um telefone virou um pedido que ninguém sabe atender. Ou o Instagram está fazendo o trabalho de um site, e o que você posta some da busca no dia seguinte.
Em qualquer um dos três, o cliente que procurou pelo nome da sua empresa encontrou outra coisa.
Um site que carrega, aparece na busca e que você consegue mudar.
- Rápido no celular. É de onde vem grande parte do acesso no Brasil, e uma página lenta perde o visitante antes de terminar de abrir.
- Encontrável. Endereço próprio, texto que diz o que a empresa faz, e as marcações que o Google lê para indexar e o WhatsApp lê para montar a prévia do link.
- Dá para mudar. Preço, telefone, endereço e texto mudam sem depender de uma contratação nova.
- Seu, não nosso. Domínio, hospedagem e contas ficam no seu nome desde o primeiro dia.
Quantas páginas entram, com quais textos e quais integrações, você combina por escrito antes de o trabalho começar.
Primeiro conversamos, depois escrevemos o escopo, e só então vem o preço.
Você conta o que a empresa faz e quem precisa encontrá-la — o cliente que liga, o que chega pelo Instagram, o que procura o endereço no mapa. Perguntamos o que falta. Quando ninguém tem mais dúvida, isso vira um documento com as páginas, o que cada uma diz e o que ela precisa fazer.
Só depois disso falamos de preço, e o valor vem junto com a proposta. Semanas, não meses — e nenhum relógio começa a correr antes de você concordar.
Sites estão com 30% de desconto. O escopo e o preço continuam vindo por escrito, nessa ordem.
Se está no escopo, vai no ar.
Você abre o site publicado com o documento do lado. Se alguma coisa que está lá não estiver no site, ou não funcionar como foi escrita, é corrigida sem custo. Vale para a página, o texto, o formulário e o jeito como o site abre no celular. O escopo também diz como cada coisa descrita nele é verificada — é o mesmo documento que define quando o trabalho está pronto.
O documento também marca onde a garantia para. Se mais tarde você quiser vender pelo site, abrir uma página nova ou marcar horário online, isso não estava lá. Aí escrevemos outro escopo, com outro preço.
Já construímos isto antes.
- Site de um colégio particular com 3 unidades. A secretaria edita textos, fotos e blog num painel próprio e escolhe, por unidade, qual caixa de entrada recebe cada tipo de contato.
- Site de uma rede de barbearias. Cada unidade no mapa, a tabela de preços inteira, as regras do cartão fidelidade e a galeria do Instagram atualizando sozinha.
- Site de comida árabe por encomenda. Cardápio de 38 itens, e o pedido chega por e-mail aos donos com o cliente já no campo de resposta.
- Site de uma personal trainer. Horário e local da aula em grupo, as modalidades, depoimentos e um formulário que cai direto na caixa de entrada dela.
- Página de lista de espera em 7 idiomas. Quem se inscreve recebe a confirmação no próprio idioma, com um link de indicação, e cada inscrição fica registrada.
Pedidos que cabem num escopo.
Nenhum destes foi encomendado. São exemplos do tamanho de trabalho que fazemos, escritos como um pedido chegaria.
- Clínica com 3 médicos. Uma página por especialidade, os convênios aceitos, e um botão que abre a conversa já com o nome do médico.
- Escritório de contabilidade. O que faz e para quem, e uma área onde o cliente entra e baixa a guia do mês.
- Loja de bairro. Catálogo com foto e preço, e o pedido chegando por e-mail.
- Pousada. Os quartos, o que está incluso, e um pedido de reserva com as datas.
Descreva a empresa em um parágrafo.
O que ela faz, quem precisa encontrá-la, e o que você já tem — domínio, textos, fotos, ou nada disso ainda. Isso basta para a primeira resposta.
Se preferir, as perguntas que viriam depois estão na estimativa, respondidas de uma vez.
O que fazemos com a mensagem está na página de privacidade.
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