Tem alguém na sua empresa fazendo na mão o que um sistema faria sozinho.
Dados que saem de um lugar e são digitados em outro. Uma planilha que só uma pessoa sabe abrir. Um pedido que passa por três aprovações no WhatsApp. Uma pergunta que chega 40 vezes por semana e recebe sempre a mesma resposta.
Cada uma dessas custa horas por semana, e a conta só aparece inteira quando a pessoa que segurava tudo sai de férias.
Software que assume a parte repetitiva e devolve as horas.
- Ferramenta interna. Uma tela onde a equipe faz o trabalho, no lugar da planilha compartilhada que não pode quebrar.
- Rotina que roda sozinha. O relatório sai toda segunda, a cobrança vai no vencimento, a conferência acontece de madrugada — sem ninguém precisar lembrar.
- Sistemas que conversam entre si. O que é vendido em um lugar aparece no outro sem passar por digitação.
- Resposta fora do horário. Software que responde as perguntas de sempre em nome da empresa, e chama uma pessoa quando a pergunta é nova.
- Seu, não nosso. Código, contas e hospedagem ficam no seu nome desde o primeiro dia.
O que entra é o que estiver escrito no escopo. Nada aqui é um produto de prateleira: tudo é construído em cima do que a sua empresa já usa.
Primeiro o escopo, depois o preço, depois o trabalho.
Começa pelo que é feito na mão hoje: quem faz, quantas vezes por semana, e o que acontece quando sai errado. Daí sai o escopo — o que o sistema vai fazer, com quais dados, e como você vai saber que funcionou.
O escopo é escrito antes de existir preço, e o valor vem junto com a proposta. Semanas, não meses — e nenhum relógio começa a correr antes de você concordar.
O sistema faz o que o escopo diz que ele faz.
Se alguma coisa descrita no escopo não estiver funcionando como está escrito, é corrigida sem custo. O escopo também diz como cada coisa descrita nele é verificada — é o mesmo documento que define quando o trabalho está pronto.
O limite é o escopo. Um relatório novo, uma integração nova, uma regra que mudou depois: trabalho novo, com escopo novo e preço novo.
Já construímos isto antes.
- Rotina de podcast automático, com leitura de sites de notícias a cada 20 minutos.
- Cardápio para restaurante pequeno, com pedido no WhatsApp, PIX e motoboy.
- Escala de equipe por unidade e função, com troca de turno e ponto pelo celular.
- Metas em ciclos, divididas em resultados mensuráveis, com check-ins de time.
- Hospedagem de vídeo para quem vende curso, com player próprio e plugin de WordPress.
- App de namoro baseado em gosto musical, com swipe e chat.
- Editor de currículo com montagem por arrastar, modelos e exportação em PDF.
- Episódios de podcast escritos e narrados automaticamente, publicados direto no feed.
- Conta em corretora operada por um programa, com simulação por padrão e registro de cada ordem.
Descreva a tarefa em um parágrafo.
Quem faz hoje, quantas vezes por semana, e onde os dados estão. Isso basta para a primeira resposta.
Se preferir, as perguntas que viriam depois estão na estimativa, respondidas de uma vez.
O que fazemos com a mensagem está na página de privacidade.
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