Está em 90% há meses, e cada mudança quebra outra coisa.

Foi construído em uma ferramenta que prometia software sem precisar de gente. Funcionou até certo ponto. Depois disso, cada ajuste pequeno derruba alguma coisa que já estava certa, e ninguém consegue dizer por quê.

Antes de decidir se vale consertar, refazer ou parar, você precisa de alguém que abra o que está lá dentro e diga o que encontrou.

Cinco perguntas sobre o que já está construído.

  • O que está exposto. Chave de acesso dentro do código, banco de dados aberto para a internet, dado de cliente ao alcance de quem souber onde olhar.
  • Se aguenta uso real. O que acontece com 100 pessoas dentro ao mesmo tempo, e o que ainda está apontando para dados de teste.
  • Se dá para mudar. Se uma alteração pequena pode ser feita sem derrubar outra coisa, e o que existe hoje para avisar quando isso acontecer.
  • Quanto custa manter. A conta mensal da infraestrutura e dos serviços, e quanto dela é desperdício.
  • De quem são as contas. Domínio, repositório, banco de dados, provedor de pagamento — em nome de quem estão hoje, e o que falta para estarem no seu.

A lista é a mesma em toda auditoria. Ela cobre o que quebra com mais frequência nesse tipo de sistema: configuração de produção ainda rodando com dados de teste, chave de serviço guardada dentro do repositório, quase nenhum teste automatizado.

Um diagnóstico escrito, e um preço para resolver o que ele achou.

A auditoria é um trabalho pago e termina em um documento: o que foi verificado, o que foi encontrado, o que é urgente e o que pode esperar. Escrito para você ler, não para um programador traduzir depois.

Junto vem uma proposta com preço fechado para corrigir o que foi encontrado. Aceitar é opcional.

Não é grátis, e isso é de propósito. Uma auditoria séria custa tempo de gente lendo o que está lá dentro, e o resultado é seu para usar como quiser.

O diagnóstico é seu, e o conserto é do tamanho do escopo.

O documento fica com você assim que sai, e serve igual se você levar para outra pessoa consertar. Junto com ele vai o que foi encontrado sobre acesso: o que está no nome de outra pessoa e o que falta para passar para o seu.

Se o conserto vier depois, ele tem escopo escrito e preço fechado como qualquer outro trabalho, e a mesma garantia. O que o escopo diz é o que fica rodando, e a diferença é corrigida sem custo.

O limite também é o mesmo: o escopo. O que a auditoria encontrou e você decidiu não consertar continua fora, e volta a ser trabalho novo no dia em que entrar.

No fim você tem o código, as contas no seu nome, um sistema que roda, e alguém que responde por ele.

Mande o endereço do que está no ar.

O link do sistema, com que ferramenta ele foi construído e o que parou de funcionar. Isso basta para a primeira resposta.

O que fazemos com a mensagem está na página de privacidade.

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